Cruzex



Conheça a CRUZEX


O Exercício Cruzeiro do Sul (CRUZEX) é um exercício aéreo multinacional organizado pela Força Aérea Brasileira com o objetivo de treinar de maneira avançada missões realizadas no ambiente de guerra moderna. A CRUZEX também desenvolve a cooperação e o bom relacionamento entre as Forças Aéreas participantes a partir da experiência compartilhada de realizar um treinamento em um ambiente de Coalizão.
Em 2013, entre 4 e 15 de novembro, a sétima edição da CRUZEX envolve o número recorde de países participantes com aeronaves: 8.Canadá, Chile, Colômbia, Equador, Estados Unidos, Venezuela e Uruguai, além do Brasil, participam da CRUZEX FLIGHT 2013. As Bases Aéreas de Natal (RN) e do Recife (PE) recebem 86 aviões e 9 helicópteros para este exercício. Um helicóptero da FAB também permanece em Caicó (RN) de alerta para qualquer emergência. No total, mais de 2 mil militares, brasileiros e estrangeiros, participam do exercício.
Edições anteriores da CRUZEX já foram realizadas em 2002, 2004, 2006, 2008, 2010 e 2012. Com exceção de 2002 e 2006, todas tiveram com sede a Base Aérea de Natal, local onde a Força Aérea Brasileira possui uma ampla estrutura necessária para a condução de um exercício militar deste porte, além de apresentar condições climáticas favoráveis.
Em 2012, foi realizada a CRUZEX C2 – Comando e Controle – ocasião em que não houve o emprego real de aeronaves de combates, e sim a simulação da complexa estrutura de Comando e Controle nos moldes dos padrões da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). A simulação reuniu 280 militares de treze países.
A CRUZEX FLIGHT 2013 tem como Diretor o Brigadeiro-do-Ar Mário Jordão, da Força Aérea Brasileira. Subordinado a ele estão militares de todos os países participantes, divididos de acordo com as suas unidades aéreas ou em grupos da organização principal, com setores de planejamento e avaliação do exercício. Há ainda setores responsáveis pela segurança de voo, logística, apoio, tecnologia da informação e segurança.
As atividades aéreas ocorrem sobre os estados do Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba e Pernambuco, além do Oceano Atlântico. Não há o emprego real de armamentos, havendo apenas a simulação dos disparos. Os treinamentos acontecem sobre o Oceano Atlântico ou áreas de baixa densidade populacional.
Todos os voos seguem normas de segurança rígidas, como altitudes mínimas de voo, procedimentos padronizados para sobrevoo de cidades e a separação de áreas específicas para o treinamento que não afetem o tráfego de aeronaves civis. O gerenciamento do tráfego aéreo é realizado pelo Terceiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA III), do Recife (PE).




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